Estou extremamente feliz.
Este mês de fevereiro me trouxe de volta uma parte meio que perdida da família.
Seguinte: depois da morte da minha irmã, que meus sobrinhos não mantivemos muito contato.
Não por falta de amor. Os problemas que enfrentamos, a correria e o próprio rumo da vida nos afastaram.
Mas por conta da festa de níver da Sarah, dois dos três "perdidos" apareceram: O Marcos e o Luiz, com suas famílias. Faltou o Julio...
Óia a cara de alegria da tia véia!!
O Marcos sempre com esse sorrisão que alegra o dia da gente. Bom humor em pessoa, piadista e tranquilo.
Luiz é o mais meigo deles e transmite uma paz sem tamanho.
E não adianta, eles podem ter 80 anos e eu ainda vou tratá-los como os pequenos da Tia Nana - que é assim que eles me chamam.
Vivemos beeeeeem juntos por muito tempo e criamos uma ligação que a distância e o tempo não destruíram. Agora essa relação se intensifica e amplia, pois agregamos (opa, palavra típica de pessoa de RH) as esposas e filhos deles e meus filhos, genros, noras netos, e mais os cachorro, peixe, rede e pé de jaca e por aí vai.
Nunca pensei que um reencontro seria tão bom e que seria tão importante assim pra minha vida.
Depois daquele dia a gente se encontrou mais vezes.

Fomos em Piracaia, na represa - que, diga-se da passagem, está com o nível bem baixo de água, dá dó de ver.
Olha só a alegria desse povo, gente, que me dá vontade de chorar de alegria e saudade (já!!).
Essa "coisa" com os braços pra cima é meu genro Rafael - é um filho, de tão bom que é. Uma benção na família.
Tô filiz pur dimais!
Se tem mais "família perdida" por aí, se apresente pro reencontro, que o trem é muito bão.
E aí - só pra dar uma misturada no negócio - a Tuquinha (esposa do Marcos) me deu uns retalhos de tecidos emborrachados, não sei bem o que é. Só sei que fiz uma bela almofada ontem e coloquei no banco da varanda. Tinha uma feita com tecido comum, mas minha cachorra as vezes deitava lá e eu queria mataaaaar ela. E olha que o banco é alto.
Agora se ela subir, eu passo um pano úmido e pronto!!
Ah, meu primeiro patchwork - se é que se pode chamar assim. Gostei de fazer.
E pra coroar minha alegria, uma planta - que não sei o nome - resolveu me presentear com uma flor esta manhã. Ganhei da avó de uma amiga da minha filha Beatriz. Estava cuidando dela já há uns seis meses e achei que não ia dar nada, que ia morrer até. Mas a natureza é perfeita e forte.
Ofereço esta imagem com muito carinho pra todos, dizendo que família é benção de Deus sempre!!!
Mesmo que às vezes dê trabalho, que tristezas e decepções aconteçam, vale a pena cultivar com amor.
Eu quero cultivar a minha ainda mais, com muuuuito carinho.
Abraços familiares e amigos apertados procêis.


